Otimismo rege coletiva de abertura da Plástico Brasil
Assuntos como desempenho do setor, perspectivas, sustentabilidade e indústria 4.0 pautaram a reunião com os jornalistas.

Na coletiva de abertura do evento, que acontece entre os dias 25 e 29 da março, no São Paulo Expo, Gino Paullucci, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, destacou que a segunda edição da Plástico Brasil tem sido motivada, principalmente, pelo bom desempenho do setor do plástico em 2018, quando a indústria cresceu entre 6% e 7% e, só o setor de máquinas, 20%.

Questionado sobre as perspectivas do segmento para 2019, Gino não escondeu o otimismo: “São as melhores possíveis”. “Queremos despertar os transformadores para a necessidade de máquinas mais modernas. O mercado interno, que é um grande consumidor, tem feito a diferença no faturamento do setor, renovando ou ampliando seu parque.” Porém, o mercado não vive só de expectativas. Segundo o presidente, a ABIMAQ e a ABIQUIM - Associação Brasileira da Indústria Química, já têm em mãos uma agenda com várias propostas na área de competitividade, as quais serão apresentadas, uma a uma, ao presidente da República e seus ministros.

Outra banderia levantada pela Plástico Brasil e seus organizadores foi a questão da sustentabilidade, visto que há uma concentração de planos infundados contra o plástico e toda sua cadeia. Miguel Bahiense, presidente do Instituto do PVC da Plastivida, também presente na coletiva, disse que o gargalo no meio ambiente não é o próprio plástico, mas sim o erro no seu consumo.

“É preciso canalizar as forças para educar a população sobre o consumo consciênte, ou seja, transformar a relação que as pessoas têm com o plástico  e o seu descarte no meio ambiente”, ressalta. É por esse motivo que a Plástico Brasil, por sua vez, apoia ideias que contemplem os processos de reciclagem dos produtos plásticos. Assim como esse último assunto, a Indústria 4.0 também foi citada na reunião com a impresa. Gino disse que as indústrias vão aderir com o tempo e algumas se adaptarão mais rapidamente do que outras. “Acaba sendo imprescindível falarmos no assunto porque a função da Indústria 4.0 é corrigir a produtividade, melhorando, inclusive, tempo de produção e encargos de manutenção, mas é preciso cautela e respeitar o tempo de cada empresa”, finaliza.

 

 

Fonte.: Redação Informa